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TODOS OS DOCUMENTOS NUM SÓ
AS FRAUDES EM DOCUMENTOS de identidades do cidadão brasileiro podem estar com os dias contados. Isso porque o governo resolveu tirar do papel, em janeiro do próximo ano, o projeto instituído pela Lei 9454/1997 que unifica os números identificadores de cadastro de pessoa física (RG, CPF, título de eleitor, PIS e PASEP, CNH, entre outros). Saindo do papel, literalmente, o novo documento de identificação integra em um chip todas as informações incluindo as biométricas como altura e cor dos olhos. Confira em nossa reportagem de capa as novidades que o futuro bem próximo nos reserva.
E por falar em futuro, apesar da crise financeira internacional que tem gerado tumulto e pânico nos mercados sinalizando a iminência de uma recessão mundial, temos alguns motivos para encontrar algum otimismo. Em nossa entrevista exclusiva, Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, fala sobre o setor de shopping centers no Brasil e acena, apesar da crise norte-americana, com boas perspectivas para as compras de Natal. O porquê está na entrevista Vamos às compras!.
A tamanha confusão nos mercados financeiros internacionais também virou assunto em pauta no 3º Congresso Brasileiro de Meios Eletrônicos de Pagamentos (CMEP) durante um dos painéis com a presença do ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco e do economista-chefe da Febraban Rubens Sardenberg. Vale conferir por que a raiz do problema é a crise de confiança e por que a economia brasileira está fortalecida. A matéria traz ainda os benefícios dos cartões para os comerciantes, entre outros temas abordados durante os dias 14 e 15 de outubro no evento que discutiu as tendências e os benefícios dos meios eletrônicos de pagamentos.
Em nossa matéria sobre e-Commerce, procuramos mostrar o que está levando grandes varejistas a finalmente integrarem o mundo real com o virtual. Em tecnologia, apresentamos um case do “banco sem papel” que está virando realidade, por enquanto, nos Estados Unidos. E, em marketing, desvendamos para você, leitor, o novo conceito de propaganda sem cara de propaganda. O nome é estranho, marketing transpromocional, mas a idéia surpreende.
Boa leitura, e até o próximo número.

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