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NÚMERO 153
 
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Cartão BNDES bate recorde em outubro

O cartão BNDES, que dá crédito rotativo pré-aprovado a micro, pequenas e médias empresas (MPME) para compra com fornecedores cadastrados pelo portal do banco, atingiu R$ 110 milhões, o melhor desempenho desde que começou, em 2003. A instituição informou que no último mês até agora que pegou do primeiro ao último dia do período mais grave da crise financeira mundial, após a concordata do banco de investimento americano Lehman Brothers, foi ultrapassada a marca de R$ 100 milhões em transações dentro de um mesmo mês pela primeira vez na história. O valor de outubro ficou ainda acima do de setembro em mais de 20%, enquanto o número de operações cresceu 12%, a 7.195 (no acumulado do ano, já foram mais de 50 mil). O valor médio diário de transações aumentou 18%, chegando a R$ 4,8 milhões por dia útil. Também foram recordes as solicitações de credenciamento de novos fabricantes (385) e distribuidores (353) representando aumentos de 14% e 70% respectivamente.
O BNDES prevê que o cartão terminará 2008 com liberações da ordem de R$ 820 milhões, acima da estimativa inicial, de R$ 750 milhões, com crescimento de cerca de 60% em relação a 2007. Existem 150 mil cartões emitidos (97% deles de micro e pequenas empresas), com limmites de crédito pré aprovados que somam R$ 4,6 bilhões.
Os fornecedores cadastadros são 10 mil, que ofertam mais de 96 mil itens financiavéis. O desembolso médio por cartão por operação é de R$ 15 mil.
O cartão é emitido para as empresas por Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Bradesco.

19/11/2008 12:28



Bancos do país estão entre os mais lucrativos

Estudo realizado pela consultoria Economatica aponta que, entre os 20 maiores lucros do setor bancário no terceiro trimestre, cinco deles são de instituições brasileiras. O melhor colocado é o Bradesco, com ganho de US$ 997,9 milhões no terceiro trimestre do ano. A instituição perde apenas para os americanos Wells Fargo, com ganho de US$ 1,637 bilhão, e Bank of America, com US$ 1,177 bilhão, que figuram n primeira e segunda colocação, respectivamente.
O quarto lugar é ocupado pelo Banco do Brasil, que embolsou US$ 975,3 milhões entre julho e setembro deste ano. Em quinto lugar está o Itaú, com ganho liquído de US$ 965,2 milhões. Ainda entre os brasileiros o Unibanco aparece em 10º lugar, com luvro de US$ 367,5 milhões e o Santander Brasil fica em 16º, com ganho de US$ 259,5 milhões. A Economatica também simulou ranking com a união do Itaú e do Unibanco o novo grupo teria fechado o trimestre com o lucro liquído de US$ 1,33 bilhão, o segundo lugar na lista, perdendo apenas para o Wells Fargo. Mas sobe igual trimestre do ano passado, o ganho do Itaú e Unibanco apresenta queda de 32,4%, principalmente por ganhos extraordinários registrados em 2007.
Fazendo uma analize mais ampla, a consultoria aponta que, entre os 20 bancos mais lucrativos da amostra, nove são latinos, sendo que entre estes, sendo que entre estes somente o Itaú e Unibanco tem queda de lucratividade do terceiro trimestre de 2008 em comparação com o terceiro trimestre de 2007. Entre os 11 bancos dos EUA, somente um o State Street Corp, tem crescimento no lucro de 2008 com relação ao mesmo período de 2007.
A maior queda de lucratividade no terceiro trimestre de 2008 considerando apenas os bancos latinos, é o do Unibanco, com redução de 43,6% sobre o terceiro trimestre de 2007. E o Santander Brasil é o que apresenta maior crescimento no lucro do terceiro trimestre de 2008, comparado com o mesmo período de 2007, alta de 38,4%.

18/11/2008 11:18



Itaú e Unibanco: atenção ás tarifas

De acordo com especialistas, mudanças devem ser comunicadas antes.

O contador Jairo Costa Pontes é cliente do banco Itaú há oito anos. Todas as semanas ele vai á agência onde tem conta-corrente, no centro da capital paulista. Ele diz que a fusão do Itaú com o Unibanco, anunciando no início deste mês, por enquato não alterou sua rotina financeira. "Acho que a união das istituições financeiras vai gerar benefício para os clientes. Acho que, neste momento de crise econômica,dois bancos juntos representam maior segurança para a população", afirma Pontes. "Além disso, em algum tempo terei mais opções de atendimento", acrescenta o contador.
Apesar dos especialistas em direito do consumidor serem unânimes em dizer que nada muda para os correntistas por enquanto, as dúvidas ainda são muitas. As mais frequentes referem-se a limite de cheque especial diferentes nas contas de quem é cliente dos dois bancos, ao teto da garantia de valores oferecida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e a pacote de tarifas.
De acordo com o promotor de justiça e professor de direito da Pontifíca Universidade Católica (PUC) Vidal Serrano Júnior. "Em qualquer situação, prevalece o cenário que for melhor para o cliente. O código de Defesa do Consumidor brasileiro assegura isso", observa.
Ele lembra que o FGC garante até R$ 60 mil por CPF se um banco quebrar. Em caso de união de instituições financeiras, como a que ocorreu entre Itaú e Unibanco, o limite permanece em R$ 60 mil, de acordo com o professor. "O consumidor poderia ser lesado, mas estamos faland de uma situação limite, que considero pouquíssimo provavél na atual conjuntura da econômia basileira."
No caso de pacote de tarifas, deve prevalecer o que oferecer mais benefícios ao correntista do novo banco. " Qualquer tipo de isenção terá que ser estendida. O cliente sempre tem de concordar, inclusive a unificação do limite de crédito de duas contas-correntes. O cliente precisa ser consultado", afirma Serrano Júnior.

17/11/2008 04:33



AGE do Itaú e Unibanco

O Itaú e Unibanco convocaram assembléia geral extraordinária (AGE) para deliberar sobre a reorganização societária dos dois grupos, com objetivo de unificar as operações. A AGE está marcada para o próximo dia 28. Foram convocados os acionistas da Itaú Holding, do Banco Itaú, da E. Johnston ( controladora da Unibanco Holdings e do Unibanco).

14/11/2008 11:18



Juros das lojas são menores no cartão

A Caixa Econômica Federal firmou ontem uma parceria com as lojas de varejo para oferecer R$ 2 bilhões em crediário para a compra de bens de consumo. Em São Paulo o financiamento poderá ser encontrado nas lojas do Baú crediário, e as taxas deverão variar de 1,8% a 2% ao mês, segundo o presindente do Grupo Silvio Santos, Luís Sebastião Sandoval. O valor máximo do financiamento é de R$ 10 mil, com prazo de 24 meses.
Essas taxas estão na média do mercado, sendo que no próprio Baú já é possivél encontrar juros mensal mais baixo, 1,76%, para compras parceladas no cartão da loja.
As lojas costumam fazer parceria com bancos para oferecer no cartão taxas menores do que as no carnê.
Pesquisa em grandes redes comparou as taxas cobradas no crediário e no cartão da loja, para o exemplo de uma TV de LCD de 32 polegadas. Nas Casas Bahia, o preço a vista da TV da marca LG é de R$ 1.999,00. No carnê, com uma parcela de entrada e mais 13, a prestação é de R$ 190,50 a um juros de 4,83% ao mês, fica em R$ 2.667,00. No cartão da loja, feito em parceria com o Bradesco, os juros caem para 3,21% e o pagamento pode ser feito em até 24 vezes.
No Extra Eletron, a mesma TV custa, á vista R$ 1.949,00. No carnê, em 15 vezes, com juros de 5,49% no total de R$ 3.150,00. No cartão, feito em parceria com o Itaú, os juros caem para 1,50% com prazo de até 18 vezes.

13/11/2008 05:32



Conectados

O Banco do Brasil bateu recorde no número de contratos de câmbio de exportação e importação via internet em outubro, com 13,6 mil operações. Cerca de 65% dos contratos de câmbio à exportação foram feitas online, somando US$ 352,4 milhões. "A maior adesão resulta da nossa estratégia de difundir as operações pela internet. Isso produz custos e dá agilidade." Diz o diretor de comércio exterior, Nilo Panazzolo. Apesar na alta no número de contratos online o BB teve uma queda no volume total de operações de câmbio em outubro ante setembro: US$ 4,33 bi para a exportação e US$ 3,26 bi para importação.

13/11/2008 03:06



Fed autoriza American Express a virar banco

Nova York
A American Express (AmEx) ganhou rápida aprovação para tornar-se uma holding bancária, o que dá à gigante dos cartões de crédito acesso mais fácil a uma fatia dos US$ 700 bilhões que o governo dos EUA está injetando nos bancos. A medida mostra a rapidez com que as empresas do setor financeiro, que dependiam dos mercadosde capitais, buscam reforços para suas fontes de fianciamento.
As duas unidades bancárias da AmEx já têm acesso à janela de redesconto do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). No mês passado, a companhia disse que tinha liquidez suficiente para pelo menos um ano, mesmo se os mercados de crédito fossem fechados.
"Dada a continuidade e votatilidade nos mercados financeiros, queremos estar mais bem posicionados para tirar vantagem dos vários programas que o governo federal introduzir para apoiar as instituições financeiras dos EUA", disse, em comunicado, o presidente e diretor executivo da AmEx, Kenneth I. Chenault,
Segundo a AmEx, a medida a coloca em pé de igualdade com os concorrentes. Em circunstâncias normais, uma empresa como a AmEx levaria meses para conseguir a aprovação da mudança.

13/11/2008 11:16



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